Em resumo
O que acontece depois da receita de canabidiol?
Depois da receita, o passo seguinte no Brasil é a autorização de importação da ANVISA, prevista na RDC 660/2022: o paciente se cadastra, envia a receita e faz o pedido, e a autorização concedida vale 2 anos. Só com ela o produto pode ser importado em nome do próprio paciente. A GreenMed Brasil acompanha o cadastro e a documentação e envia o produto após conferir receita, autorização e identidade. Tributos e exigências da alfândega são de responsabilidade do paciente-importador.
Já está marcada com o meu médico — é a resposta mais comum de quem começa a pensar em tratamento com canabidiol. E faz sentido: a consulta parece ser o passo difícil.
Só que marcar a consulta resolve a primeira de cinco etapas. As outras quatro são onde o tratamento normalmente para.
Já está marcada com o meu médico — e agora?
Se a consulta já está marcada, você está à frente de quem ainda procura um médico. É o passo que mais gente adia — e você já deu.
A consulta resolve uma coisa: a prescrição, havendo indicação médica. Ela não resolve o resto, e o resto não acontece sozinho depois que a receita sai do consultório. Faltam quatro etapas:
- 1Prescrição — o documento que sai da consulta, havendo indicação, e que todas as outras etapas usam.
- 2Autorização da ANVISA — o cadastro do paciente no portal gov.br.
- 3Importação — a compra, o transporte internacional e a liberação na alfândega.
- 4Reposição — o próximo frasco, pedido antes de o atual acabar.
Tenho a receita, e agora?
Como pedir a autorização da ANVISA?
Com a receita em mãos, o próximo passo é o cadastro do paciente na ANVISA, feito pelo portal gov.br. Ele pede o formulário eletrônico preenchido e a prescrição médica (RDC 660/2022, arts. 5º e 7º). Quando quem faz o cadastro não é o próprio paciente — um responsável legal, por exemplo —, entra também o comprovante de vínculo com ele.
Quanto tempo vale a autorização?
A autorização é gratuita e, uma vez concedida, vale 2 anos (art. 8º).
O que a importação exige?
Autorização concedida ainda não é frasco em casa. A importação é outra etapa, com um conjunto próprio de documentos, exigido a cada remessa (art. 12), e é nela que a documentação costuma ser recusada. Explicamos o que faz cada um ser recusado no artigo sobre os documentos que a ANVISA exige.
A análise da ANVISA e o transporte internacional seguem prazos que não dependem de quem conduz o processo — por isso não prometemos data.
Quem paga os impostos da importação?
E há um custo que quase ninguém avisa: na importação para uso próprio, quem importa é o paciente. Tributos, quando devidos, e exigências da alfândega no desembaraço são de responsabilidade do paciente-importador. A GreenMed Brasil orienta essa etapa, mas não responde por essas exigências — e é melhor saber disso antes do primeiro pedido do que na hora da entrega.
Vale lembrar que o produto importado com base na RDC 660/2022 não possui registro na ANVISA: a Agência não avalia sua qualidade, segurança e eficácia (art. 18). Trata-se de importação excepcional, para uso próprio, mediante prescrição médica.
Por que o tratamento costuma parar no segundo frasco?
A primeira compra tem o impulso da decisão: a consulta acabou de acontecer, a receita é nova, a vontade de começar está alta. A segunda depende de alguém lembrar que o frasco está acabando, calcular quando pedir e recomeçar a logística — no meio da rotina.
Não por acaso, nas reclamações públicas contra as maiores empresas do setor, a queixa que mais se repete é ficar sem acompanhamento depois de pagar.
Para saber quando pedir de novo, o ponto de partida é um número só: o frasco do GreenMed CBDoil tem 30 porções. Quantos dias isso cobre depende do que o médico prescrever — e é dessa conta que sai a data do próximo pedido.
A recompra não repete toda a burocracia: a autorização da ANVISA vale 2 anos. A prescrição, sim, tem validade própria, de 6 meses (art. 7º, § 5º), e precisa ser renovada com o médico. Mostramos como controlar a duração do estoque e o vencimento dos documentos, com as datas de reposição e de renovação no calendário.
Sozinho ou conduzido: o que muda na prática?
As etapas são as mesmas para todo mundo. O que muda é quem está do seu lado em cada uma.
O que fica com você, se fizer sozinho?
- Você junta os documentos e confere cada um antes de enviar.
- Você acompanha o cadastro no portal gov.br até a autorização sair.
- Você acompanha a importação, do pedido à entrega.
- Você resolve a pendência quando a alfândega faz uma exigência.
- Você controla quando o frasco vai acabar e quando a receita vence.
O que muda com a condução?
Cada uma dessas etapas tem alguém da nossa equipe do seu lado.
E há uma diferença que não é de atendimento, é de origem: o abastecimento é nosso. A GreenMed Brasil fornece um único produto, de marca própria e com produção própria nos Estados Unidos — não um catálogo rotativo de terceiros que muda a cada pedido. A formulação, a concentração e o volume são os mesmos em toda compra.
O que não prometemos: prazo de entrega fixo. E o uso é sempre o que o médico prescrever — consulte um médico.
Perguntas frequentes
Tenho a receita, e agora?
O passo seguinte é o cadastro do paciente na ANVISA, pelo portal gov.br, com o formulário eletrônico e a prescrição médica (RDC 660/2022). Depois vêm a importação, com documentação própria, e a reposição, que depende de receita renovada.
Como pedir a autorização da ANVISA?
Pelo cadastro do paciente no portal gov.br, que pede o formulário eletrônico preenchido e a prescrição médica (RDC 660/2022, arts. 5º e 7º). Quando quem faz o cadastro não é o próprio paciente, entra também o comprovante de vínculo com ele. A autorização é gratuita.
Quanto tempo vale a autorização?
Uma vez concedida, a autorização da ANVISA vale 2 anos (RDC 660/2022, art. 8º). A prescrição tem validade própria, de 6 meses (art. 7º, § 5º), e precisa ser renovada com o médico.
Quem paga os impostos da importação?
O paciente. Na importação para uso próprio, quem importa é o paciente: tributos, quando devidos, e exigências da alfândega no desembaraço são de responsabilidade do paciente-importador. A GreenMed Brasil orienta essa etapa, mas não responde por essas exigências.
